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Como ampliar a sua visão empresarial usando a estratégia milenar do GO |
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História do Go
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Como ampliar a sua visão empresarial usando a estratégia milenar do GO
| | | | O GO é um jogo milenar oriental que utiliza uma estratégia de raciocínio lógico, criatividade e intuição. Mas se engana quem pensa que é praticado exclusivamente por japoneses, coreanos e chineses. No filme "Uma Mente Brilhante", o prêmio Nobel de matemática, John Nash, joga GO. Atualmente, existem cerca de 50 milhões de jogadores em quase todos os países do mundo. | | | | Jonh Nash | | | | As estratégias do GO foram aplicadas também ao mundo dos negócios, como mostra o livro GO: um paradigma asiático para ostratégia de negócios, escrito pelo executivo da Japan Airlines (JAL) Yasuyuki Miura. Miura revela como ele próprio inspirou-se no GO para estabelecer um negócio de bilhões de dólares nos Estados Unidos. O ex-executivo japonês mostra como a Toyota e a Nissan usam as estratégias do jogo para competir no mercado automobilístico. De acordo com um artigo da Harvard Business Review, o ex-presidente do Citibank, John Reed, incentivava seus executivos a usar o GO como uma forma de treinar estratégia e raciocínio. Segundo informações publicadas no site da Trend Micro, Bill Gates também está entre os apreciadores do jogo. |
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História do Go
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O jogo do GO nas escolas | | | | A Associação Brasileira de Xadrez existe há mais de 100 anos, mas o xadrez foi incorporado como matéria em mais de 100 escolas somente nestes últimos 10 anos por uma iniciativa do governo Mário Covas. Representa uma contribuição cultural e pedagógica extraordinária, pois os jogos estratégicos são a maneira mais natural de desenvolver e fortalecer o raciocínio lógico em crianças e adolescentes. O GO é um jogo milenar oriental que utiliza uma estratégia de raciocínio lógico somada à intuição e criatividade. Original e exclusivamente praticado por japoneses, coreanos e chineses, expandiu-se para o ocidente, existindo atualmente mais de 50 milhões de jogadores em clubes, escolas e empresas de quase todos os países do mundo. O GO foi implantado há mais de um ano na primeira escola piloto do Brasil, a escola Harmonia em Rudge Ramos, para crianças da 4.a série com excelentes resultados. Tem-se observado uma melhora significativa nos níveis de concentração, capacidade de perseverança e agilidade mental dos alunos. A simplicidade das suas regras permite ser aprendido a partir dos 5 anos de idade, mais cedo do que o xadrez, sendo porém mais difícil de dominar, pois enquanto o computador Deep Blue da IBM desafia campeões mundiais, foi impossível até hoje desenvolver um software de nível médio. Por estes motivos, achamos que a divulgação do GO nas escolas brasileiras seria uma contribuição valiosíssima. Nesta época moderna de cultura de video-games, o GO representa uma alternativa sadia e inteligente. Vale relembrar que o xadrez foi estimulado na antiga União Soviética, que produziu tantos cérebros na área da ciência assim como o GO no Japão, China e Coréia, países de destaque mundial no âmbito tecnológico. Fonte - Site EstratégiGo - Descontinuado |
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O design do tabuleiro de Go |
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Jogando Go
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O design do tabuleiro de GO | | | | O design do tabuleiro de GO é de uma simplicidade constrangedora que data de séculos atrás. As pedras brancas, 180 no total e as pretas, 181, devem ser redondas. As espessuras podem variar entre os tabuleiros, mas quanto mais espessas, melhor. Em tabuleiros mais simples, podem ser usadas pedras de plástico; nos tabuleiros mais sofisticados, as pedras brancas são feitas de madrepérola e as pretas de ardósia. Existem vários tipos de pedras com um mesmo fim. Uma pedra deve ser segurada entre as pontas dos dedos indicador e médio. | | | |  | | | | | Da mesma maneira que um tabuleiro de xadrez tem que ter 64 quadrados organizados em uma matriz de 8 x 8, um tabuleiro de GO tem que ter uma grade de 19 linhas horizontais e 19 linhas verticais (versões mais simplificadas podem ser jogadas em um tabuleiro de 9 x 9 ou em um de 13 x 13; é bastante recomendado que os novatos aprendam em um tabuleiro de 9 x 9). As linhas são finas e pretas, entalhadas ou pintadas na madeira do tabuleiro; a grade contém 361 interseções e as pedras são colocadas sobre estas.
Um tabuleiro de GO não está completo sem os recipientes para se colocar as pedras. Assim como o tabuleiro, esses recipientes são feitos originalmente em madeira (embora alguns sejam de plástico). A forma desse recipiente é de uma esfera um pouco aplainada com a tampa em formato de pires. Durante um jogo, a tampa é virada para cima a fim de segurar as pedras que são capturadas do oponente. fonte: Site EstratégiGo - Descontinuado |
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História do Go
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| | | | Criado na China há quase 4.000 anos, o GO é o jogo de tabuleiro mais antigo ainda jogado em sua forma original. Chamado de Wei Ch'I na China e de Baduk na Coréia (o que significa jogo de cercar), nos dias de hoje é jogado por milhões de pessoas na Ásia e em vários lugares do mundo. "O GO é um território vasto para o qual o mapa nunca estará completo". O jogo teve altos e baixos na China onde Confúcio qualificou como um desperdício de tempo. Mao Zedong exigiu para seus generais que o estudassem e a Revolução Cultural condenou isto como um passatempo de intelectuais. | | | | Segundo notícias, foi levado para o Japão por mestres budistas que tinham visitado a China há aproximadamente 1.300 anos. Tudo leva a crer que surgiu na Coréia antes do Japão, mas foi no Japão que o jogo entrou com todo o seu potencial.
Elogiado pelo Shogun Tokugawa, o GO foi estudado pela classe de guerreiros japoneses, e eventualmente, institucionalizou-se em quatro "Casas de GO", onde as famílias desenvolveram e passaram técnicas do jogo da mesma forma que outras fizeram o mesmo, transmitindo o conhecimento de "fazedores de espadas" ou o código de "samurai". O GO nunca perdeu sua popularidade no Japão; foi difundido a todos os níveis da sociedade, e antes do século XVIII, já tinha atingido uma escala de importância significativa.
Fonte - Site EstratégiGO - Descontinuado |
Fonte: Site EstratégiGo - Descontinuado |
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História do Go
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| O GO no mundo atual | | | | Hoje, jornais japoneses publicam diariamente colunas sobre o GO e gastam o equivalente a milhões de dólares para patrocinarem torneios anuais, que são seguidos pelo menos pelo público geral, assim como os americanos seguem avidamente a Série Mundial. Nestas competições mensais de GO, os especialistas ganham bolsas-incentivo tão grandes quanto profissionais em torneios de golfe. Por décadas, jogadores coreanos com grande habilidade foram ao Japão para estudar o jogo. Agora um sistema de competição profissional cresceu nesses dois países e os "masters", neste jogo, são treinados em sua terra natal. Na China, o GO foi muito difundido e estudado depois da Revolução Cultural, e um desafio anual chamado "Super GO China-Japão" coloca frente a frente jogadores chineses (assalariados pelo governo) contra os melhores jogadores que o Japão pode apresentar numa competição de rivalidade mais intensa que qualquer disputa entre faculdades de futebol americano. Profissionais que estudam o jogo em tempo integral, sob supervisão de um mestre que os acompanham da infância até mais ou menos vinte anos de idade, jogam o GO em seu mais alto nível. Na China antiga, o GO era uma das Quatro Artes, acompanhado da música, pintura e poesia. É num jogo profissional que as pessoas podem perceber a beleza dessas artes. Até hoje, um jovem estudante de GO vai para a casa de seu mestre ou sensei treinar para o circuito de torneio profissional. Fonte: Site EstratégiGo - Descontinuado |
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